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Ancetti comenta polêmica em
torno
de seu 1º pronunciamento
Na noite da última segunda-feira (9), o vereador Flávio Luiz
Ancetti comentou a polêmica causada por seu primeiro pronunciamento. Ele não
deixou de falar, porém, sobre o trabalho que vem realizando como integrante da
15ª Legislatura.

O edil ressaltou que não era sua intenção causar tanta
repercussão, mas que não podia deixar de levar a pauta de discussões, certos
assuntos relativos à Administração anterior.
“A minha intenção era desabafar. Ampliar a voz do povo que
aqui me colocou. Vejo nas páginas dos jornais ameaças e intimidações diversas.
Aos que tentam cercear a minha liberdade de opinião e expressão, aqui vai o meu
recado: não vou me calar”, disse categórico.
Ao longo de seu pronunciamento, Ancetti citou o escândalo do
desvio de combustíveis, indícios de superfaturamento na Escola “Maria Sylvia
Traldi de Marco”, a escola do Morumbi, e o sucateamento da frota, todos casos de
conhecimento público, amplamente divulgados pelos jornais e que merecem, segundo
ele, ser apurados.
“Aos que esperam desse vereador uma postura ética, firmada na
moral e no cumprimento do dever, deixo aqui o meu compromisso, contem comigo”,
concluiu.
Ancetti aproveitou a ocasião e falou sobre os trabalhos que
vem desenvolvendo. “Temos que trabalhar, o vereador não vem aqui só criticar”,
afirmou.
Ele citou que vem batalhando por melhorias no canil/gatil
local, tendo conseguido nesta semana a doação de 500kg de ração e de tintas para
a pintura do prédio, bem como, ressaltou que deverá apresentar um projeto de
segurança voltado às estradas rurais, em conjunto com a Secretaria de
Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente.
Nesta semana, constam na pauta dois requerimentos de Ancetti.
Um deles em que pede ao Prefeito Municipal, Luís Antonio Panone (PPS), o
encaminhamento de uma relação contendo todos os gastos com manutenção de
veículos e máquinas que compõem a frota da Municipalidade.
No outro, solicita ao chefe do Poder Executivo, cópia
completa de todos os processos e documentos relativos à desapropriação de áreas
de terras nos últimos quatro anos, para estudo e subsídios as discussões,
afinal, foi justamente este assunto que despertou toda a polêmica da semana
anterior.
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