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Presidente Luiz Carlos destaca
pontualidade das Sessões
Em
pronunciamento, ele falou ainda sobre uso adequado do dinheiro público e caráter
fiscalizador da Câmara.
O novo presidente da Câmara Municipal, Luiz Carlos Rosa
Vianna (PPS), destacou várias vezes durante a última segunda-feira (9) a
importância da pontualidade no início das Sessões Ordinárias, segundo ele, uma
forma de respeito a quem freqüenta a Casa e também de incentivo aos munícipes
que tenham interesse em ver de perto o trabalho dos vereadores.

Esta foi a segunda Sessão Ordinária realizada pela 15ª
Legislatura e, mais uma vez, os trabalhos começaram rigidamente às 8h. A mudança
das reuniões das comissões permanentes da Casa, que antes aconteciam na própria
segunda-feira, foi um ponto favorável nesse sentido.
“Estamos contentes das sessões da nossa Câmara Municipal
estarem sendo apresentadas no horário. Sempre rigorosamente às 8h estaremos
iniciando as sessões”, disse Luiz Carlos ao se pronunciar.
Na ocasião, o edil levou à tribuna diversos assuntos, dentre
eles, um requerimento de sua autoria constante na pauta da semana, solicitando
ao Executivo, cópia do livro de contratos administrativos e termo aditivos
celebrados pela Municipalidade, devidamente escriturados, no período de janeiro
de 2005 até a presente data.
“Faço isso até porque eu disse na semana passada que eu
voltei a participar da política local por ser um cidadão indignado,
especialmente, em razão dos valores dos contratos celebrados pela Administração
Municipal no passado, que honestamente chamam não só a minha atenção, mas de
todo cidadão descalvadense”, justificou.
Luiz Carlos citou alguns valores para exemplificar, entre os
quais, aproximados R$ 388 mil investidos no Centro de Informações Turísticas
localizado na Fepasa. “Eu não me conformo com esse valor, que ainda recebeu
termo aditivo”, disse.
O Posto de Saúde da Família (PSF) São Sebastião, que custou
R$ 150 mil aos cofres públicos - segundo informações veiculadas na Audiência
Pública da Saúde - também figurou nos comentários do vereador. “Passem lá para
ver, uma construção pequena, sem muro e sem grade, e que até a presente data não
pôde ser inaugurada. Como é que projetaram uma obra de tamanha importância, que
vai atender a população na questão da saúde pública nessas proporções?”, indaga.
Ao falar do que classifica como “mau uso do dinheiro
público”, Luiz Carlos lembrou ainda o abandono por parte da ex-administração do
Parque Ecológico “Sebastião Fiochi”, da Praça “Luiz Celso Antonio (Praça do
Lago) e da Emef “Maria Sylvia Traldi De Marco” (Escola do Morumbi).
“Eu disse que continuaria e vou continuar na minha linha,
sempre pregando seriedade e honestidade na Administração Pública, como também um
Legislativo independente e imparcial, que possa realmente exercer as suas
funções legislativas e deliberativas, além da função fiscalizadora”, ressalta.
O presidente da Casa de Leis não deixou de falar mais uma vez
das desapropriações a custos elevados e propôs um debate sobre a questão, já que
acredita que há ainda outras formas para fomentar a economia local, de modo a
viabilizar a criação de empregos e renda para a população, como a instalação da
incubadora de empresas e a criação de cursos qualificação profissional.
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