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Recapeamento do Novo Jardim Belém
é reivindicado por Galetti
Durante a segunda-feira (8), quando foi realizada a 2ª Sessão
Ordinária de 2010 no Legislativo local, o vereador Marco Antonio Galetti (PT)
reivindicou o recapeamento do Novo Jardim Belém.

Galetti explicou ter sido procurado por vários moradores da
região e apenas subscreveu a propositura em busca de resolver a questão.
“Há pontos com buracos e outros locais com o pavimento
‘gasto’”, justificou. “Existe parte das vias que foram recapeadas, outras não e
estão se deteriorando. Temos sido cobrados para que tomemos providências”,
afirmou ao se dirigir à tribuna.
O parlamentar chamou atenção para trechos das Ruas Coronel
Manoel Leme, Euclides da Cunha, Coronel Rafael Tobias, Dr. Anastácio Vianna e
Bezerra Paes, que se encontra em condições ruins.
Este tipo de serviço segundo ele, além de melhorar a estética
urbanística, deve ser relevante para garantir a segurança dos condutores de
veículos.
Ele também foi o responsável por requerimento para a inserção
da Associação Descalvadense de Amor-Exigente (ADAE) na lei que dá concessão de
auxílios e subvenções às entidades assistenciais do Município (nº 3.205).
No Grande Expediente, Galetti dedicou boa parte de seu
pronunciamento ao assunto e destacou que o requerimento foi subscrito por todos
os edis e constitui um pedido da Câmara como um todo.
O vereador lembrou um pouco da história da ADAE, constituída
legalmente em 2008, mas atuante já há uma década. Em março de 2009, um projeto
de lei de sua autoria reconheceu a utilidade pública da instituição.
“É uma instituição importantíssima para a Municipalidade. Seu
objetivo principal é cuidar das famílias das pessoas envolvidas com drogas e
bebidas alcoólicas. Toda a família fica desorientada e precisa de
acompanhamento”, informou Galetti.
Ainda conforme destacou, o trabalho que desempenha desonera
os cofres públicos. “Ao incluí-la na lei de subvenção, não estaremos
simplesmente ajudando a entidade, mas sim, dando condições de que auxiliem
melhor essas pessoas”, diz.
Para tanto, é preciso, por exemplo, dispor de palestrantes
com formação na área, como psiquiatras. Atualmente, estes profissionais são
trazidos com custos cobertos pelos próprios voluntários da ADAE ou ainda como
voluntários. “A ADAE simplesmente reveste-se da mais pura intenção de libertar
os dependentes químicos e seus familiares do cárcere das drogas”, afirmou.
O intuito de Galetti, para sanar as dificuldades que vêm
sendo enfrentadas pela entidade, é que ela passe a receber mensalmente recursos
financeiros para manutenção e desempenho de suas atividades essenciais.
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