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Projeto “Cultura na Câmara”
chega à sua 22ª
edição
Mostra “Cor e
Magia” permanece na sede do Poder Legislativo até outubro.
Foi aberta na noite da última
segunda-feira mais uma edição do Projeto “Cultura na Câmara”. A 22a exposição
organizada na sede do Poder Legislativo descalvadense é também a primeira mostra
de arte contemporânea e traz uma explosão de cores aos visitantes.

São 16 obras confeccionadas
pelo artista plástico são-carlense Rodrigo Mello, a partir de giz pastel e
eucatex, das quais duas foram feitas, especialmente, para serem lançadas na Casa
de Leis.

Em cerimônia breve, em que
estiveram presentes integrantes da Academia da Terceira Idade, do Clube
Acalanto, bem como artistas locais, o presidente, Antonio Carlos Reschini, o
Becão (PTB), entregou o certificado de participação e apresentou o artista ao
público.

O artista plástico aproveitou a
oportunidade e enalteceu o projeto, lembrando sempre a falta de incentivo e as
dificuldades que o ramo cultural enfrenta no país todo.
Quem visitar a exposição poderá
conferir ainda poesias referentes às telas, também criadas por Mello. “É uma
forma de auxiliarmos qualquer pessoa a entender e interpretar esse tipo de
pintura”, explica.

As escolas municipais, que
comumente vão até a Câmara para conferir as exposições promovidas, já podem
fazer o agendamento pelo número 3583-9298. Vale ressaltar que, em decorrência do
grande número de alunos que tem ido a Casa, as mostrar passam a ser bimestrais,
com o intuito que haja tempo hábil para tais visitas.
O ARTISTA - Rodrigo
Mello nasceu em São Carlos, em 15 de junho de 1972, morou na cidade até 1980,
quando se transferiu para Juiz de Fora-MG, estudando e vivendo com a família até
junho de 1990. Residiu ainda em Vitória-ES e em Seropédica-RJ, onde cursou a
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Entre 1995 e 1998 teve a
oportunidade de residir em várias cidades da região Sudeste, até que em 1999
retorna para São Carlos, sua cidade natal.
É justamente nessa época que
descobre a paixão e passa a viver em torno das artes plásticas. Oito anos
depois, a cidade ainda é base para suas reflexões e desenvolvimento de obras e
poemas.
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